VOLTAR

Espiritismo

SUICÍDIO INDIRETO

O SUICIDA QUE NÃO QUERIA MORRER: A VERDADE ASSUSTADORA (E OCULTA) SOBRE O ESTRESSE E OS EXCESSOS DO DIA A DIA

Muita gente se destrói sem perceber. Trabalha até a exaustão, come para anestesiar a ansiedade, explode de raiva por qualquer coisa e chama isso de rotina normal. Mas o corpo sente. E a alma registra. O que parece apenas correria da vida moderna pode ser uma autodestruição silenciosa.

Em Nosso Lar, André Luiz vive um choque doloroso ao despertar no mundo espiritual. Imaginava ter sido apenas vencido por uma doença grave. Mas descobre que a causa mais profunda da sua queda estava nos próprios excessos: a cólera repetida, a gula, o abuso das forças e a falta de cuidado com o corpo. Ele não queria morrer. Mas foi se ferindo aos poucos, dia após dia.

A Doutrina Espírita ensina que o corpo é um empréstimo sagrado. Não foi feito para ser moído pela ambição, pela irritação constante e pelo descuido. Cada crise de ódio, cada noite roubada ao descanso, cada excesso usado para compensar a dor íntima consome a energia vital e desequilibra o organismo físico e espiritual.

A ciência também já mostra que estresse crônico, ansiedade e raiva inundam o corpo com substâncias que inflamam, desgastam e aceleram o adoecimento. Quando a mente vive em guerra, o corpo entra na linha de tiro.

Mas essa verdade não veio para condenar ninguém. Veio para despertar. Ainda dá tempo de desacelerar. Ainda dá tempo de pedir perdão, descansar, comer melhor, respirar antes da explosão e tratar a própria vida com mais respeito.

Seu corpo não é uma máquina de produzir até quebrar. É o santuário da sua evolução. Cuidar dele também é um ato espiritual.

A vida sempre merece uma pausa para recomeçar.